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Salmo 23 versão Almeida, Gaudéria e Caipira

O Salmo 23 é uma das passagens bíblicas mais conhecidas. Ele apresenta Deus como um Pastor, que cuida, guia e abençoa suas ovelhas. Um texto inspirador e profundo.

O texto sagrado foi adaptado por alguns autores criativos, que usando expressões típicas de diferentes regiões do Brasil, criaram o Salmo 23 versão Gaudéria (gaúcha) e a versão Caipira (mineira). É uma forma bem humorada de apresentar o Salmo 23.

Abaixo estou publicando o texto do Salmo 23 na versão de João Ferreira de Almeida e as duas versões regionais, que não pretendem ser uma tradução do texto original, mas uma paráfrase bem humorada, que nos trará boas gargalhadas.

Se você conhecer outra versão regional do Salmo 23, entre em contato.

Salmo 23 versão João Ferreira de Almeida

” O Senhor é meu pastor, nada me faltará.
Ele me faz repousar em pastos verdejantes.Leva me para junto das águas de descanso, refrigera  minha alma. Guia me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo, o teu bordão e o teu cajado me consolam.Preparas-me uma mesa na presença dos meus inimigos, unges me a cabeça com óleo, o meu cálice transborda.Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre. Amem!

Salmo 23 versão Gaudéria

O senhor é meu patrão, em nada me desfalcam
Me apincha sossegado no pampa esverdeado
Me leva devagarito na sanga dágua buena
Me refresca o peito e de lambuja
Troteio com Ele na picada dos homem-de-bem porque somos chegado
Mesmo que eu troteie nas valeta dos defunto
Nada me ressabeia nem me envareta porque Tu anda junto a tua bombacha e as tuas esporas me aproxegam.
Me guarda com sova de mango
Monta uma churrascada na cara dos inimigo.
Me lambuza de graxa até enjoa e a minha cuia se enche

Bah bem capaz que não vo fica buenacho e sossegado feito agua-de-poço pelo restos dos dias desse indio véio
Porque pro rancho do grande patrão é que to indo
E lá fico até o sol nunca se ponha mais.

Salmo 23 versão Caipira

O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá, Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá

Ele tamém me leva pros corgos de água carma

Inda que eu tenha qui andá nos buraco assombrado

lá pelas encruzinhada do capeta

não careço tê medo di nada

a-modo-de-quê

Ele é mais forte que o “coisa-ruim”

Ele sempre nos aprepara uma boa bóia

na frente di tudo quanto é maracutaia

E é assim que um dia

quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá

nóis vai morá no rancho do sinhô

pra inté nunca mais se acabá…

AMÉIM!

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