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Depoimento de um Corredor

Hoje, ao sair de casa, às 6h31min,  para ir participar da Maratona de Porto  Alegre, meu celular registrava uma temperatura de 0 grau. Falei o seguinte para meu companheiro de carona: “vou ter uma história para contar, pois nunca corri com tamanho frio.”

Às 7h quando foi dada a largada meus pés e mãos estavam congelados. Levei uns cinco minutos para começar a sentir meus pés. Mas após algum tempo de corrida, os 7500 corredores foram presenteados com um lindo amanhecer. Correndo pelas margens do rio Guaíba o vento era gelado, mas a imagem do sol nascendo era recompensadora.

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Em função de lesões no pé, não consegui me preparar bem para correr 21km, praticamente não treinei nos últimos 30 dias. Mas mesmo vindo de lesão, resolvi encarar o desafio da meia maratona. Essa foi minha terceira corrida com essa distância, mas foi a que mais sofri para terminar o percurso. Até os 7km estava num bom ritmo, sem nenhuma dor, mas a parir do oitavo quilometro meus pés começaram a doer, mas segui em frente. Aos 15km tive uma forte câimbra, que me fez parar para alongar e caminhar por uns 200 metros. Tive vontade de desistir enquanto caminhava, mas aí, entrou o fator superação, e resolvi prossegui mesmo com as dores nos pés aumentando a cada passada, mesmo com as pernas “pesadas”, segui correndo, pois estava determinado a concluir a prova.

Mesmo ficando distante do meu melhor tempo, terminei a prova, feliz em ter vencido o frio, as fortes dores nos pés, a câimbra, os 21km e principalmente meus limites. Sou um corredor bem amador, comecei a correr com 38 anos. Nestes três anos a corrida ajudou-me a perder 25kilos, a superar uma depressão, a desenvolver perseverança, a combater stress e me ensinou que é possível vencer nossos limites. A 4 anos atrás eu jamais imaginaria que seria capaz de correr 21km, nem de levantar cedo para correr com uma temperatura de 0 grau, mas hoje faço isso com alegria e satisfação.

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Tributo ao amigo André Ribeiro

Essa foi a carta que li no funeral do André. A pedido de algumas pessoas, estou disponibilizando o texto em meu blog.

 

Conheci André Ribeiro  em 2006, ele chegou com sua família em nossa igreja. Na época a Ritielly tinha 8 anos e a Andria 10 anos. André e sua família, desde então, se integraram no Passo D´Areia, servindo em várias áreas, como Ministério Infantil, Ministério de Casais, mas foi na recepção das celebrações onde se envolveram com mais intensidade, especialmente o André. O dia que entreguei a ele o molho de chaves e dei a ele essa responsabilidade de fechar o templo, ele recebeu essa tarefa com alegria e a desenvolveu com dedicação. Por anos ele foi a última pessoa a sair do Passo D´Areia. Ele desenvolvia esse ministério com seriedade. Nem sempre tinha carona para ir embora, mas mesmo assim, ficava até a última pessoa sair do templo. Essa era uma das formas que ele demonstrava o quanto amava a Deus e a sua igreja.

O André foi alguém muito presente em nossa igreja. Raramente  faltava o culto de domingo, era presença garantida na imensa maioria dos eventos da IBPA. Era alguém que tinha prazer em participar das atividades da nossa igreja.

Uma das principais características do André era servir. Essa era sua principal linguagem de amor. Ele ajudava de muitas formas, as vezes fazendo compras para o Semeando Vidas, outras vezes servindo como motorista para levar ou buscar alguém, enfim, um homem prestativo e disposto a ajudar o próximo.

Como colorado gostava de tocar uma flauta em mim, quando o Grêmio perdia e o Inter ganhava. Também aceitava numa boa a flauta quando o contrário acontecia. Gostava de futebol, mas não era um fanático, sabia a fronteira entre brincar sem desrespeitar os outros.

Fez muitos amigos em nossa igreja. Era um homem bem humorado, de fácil convivência. Gostava de participar do encontro dos Atalaias, do Pequeno Grupo Multiplicador e do Futebol. Gostava de ajudar nos almoços da igreja, era parte das mais variadas equipes que organizavam os eventos da IBPA. Sua presença nas equipes garantia a alegria de todos.

Assim como eu, tinha suas lutas e imperfeições. Mas estava no processo de crescimento espiritual. Recentemente ao participar de um Retiro de nossa igreja, teve  a oportunidade de tomar várias decisões e corrigir alguns erros do passado. Não era perfeito, mas em Cristo, foi perdoado, resgatado, redimido e salvo. Assim como eu, Jesus se fez propiciação pelos seus pecados e o tornou justificado diante de Deus.

André não acumulou tesouros e riquezas nesta terra. Foi um homem de vida simples, com poucos recursos financeiros. Porém, isso não o tornou infeliz, pois sabia que sua riqueza era sua família e  sua fé em Jesus Cristo, e essas riquezas não poderiam lhe ser tiradas, pois ele bem sabia, que era peregrino nesta terra, trilhando em direção a pátria celestial, onde o Eterno Deus o recebeu com alegria no dia de hoje. A fé em Jesus Cristo era sua riqueza, e essa riqueza é a herança que deixa para sua esposa e filhas.

Nos últimos meses o André lutou contra um câncer. Essa doença o fez emagrecer rapidamente e modificou sensivelmente sua aparência. Aos poucos foi perdendo suas forças, sua mobilidade  e autonomia. Rita foi uma esposa dedicada, estando ao lado dele no hospital , em casa e em todos os momentos. Ela amou seu marido até o fim.

Mas não será a imagem do André com câncer que guardaremos em nossa memória. Ele seguirá vivo em nossas lembranças, porém sorrindo, brincando, servindo e amando, como vimos por tantas vezes. André seguirá vivo em nossas lembranças e sua família seguirá sendo amada por nós.

Hoje teve tristeza na terra, muitos lares choraram pela morte do André; mas com certeza tivemos festa no céu, onde o Pai Celestial recebeu carinhosamente mais um de seus filhos, um filho chamado André.

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Missões: Amar os de perto e os de longe

Nossa igreja, assim como a maioria das igrejas Batista, realiza anualmente pelo menos uma Campanha para Missões. Neste período nossos cultos abordam esse tema, convidamos missionários para testemunharem suas experiências, exibimos vídeos que divulgam suas iniciativas, promovemos eventos para arrecadar recursos financeiros, que são destinados a obra missionária. Também encorajamos as famílias da igreja a ofertarem para missões.

Alguns perguntam, porque fazemos isso anualmente? Minha resposta é seguinte:

1 – Para ensinar aqueles que estão chegando na igreja, que Missões é um valor e um princípio de nossa igreja. Queremos que eles entendam, envolvam-se e cooperem com a obra missionária.

2 – Para renovar a visão dos membros antigos da igreja, pois a visão que não é renovada, acaba se enfraquecendo e corre o risco de ser perdida.

3 – Para despertar vocações missionárias e encorajar os membros a se envolverem em algum projeto missionário de curto, médio ou longo prazo.

4 – Para mobilizar a igreja para arrecadar uma oferta, que será destinada as agências missionárias dos Batistas, visando apoiar o trabalho de Missões Estaduais, Nacionais e Mundiais.

5 – Para cultivar o amor a Missões de cada membro da igreja.

Por isso, estamos neste mês de setembro focando missões na Igreja Batista do Passo D´Areia. Nosso tema esse ano é: Amar os de perto e os de longe. Entendemos que Missões começa do outro lado da rua e se estende até o outro lado do mundo. Cremos que temos a responsabilidade de evangelizar aqueles que estão perto de nós e cooperarmos com a evangelização daqueles que vivem longe, através do apoio aos missionários que estão nestes locais. Onde nossos pés não podem chegar, nossas ofertas e orações chegam.

Sou fruto do trabalho missionário dos batistas brasileiros. Tenho cooperado com inúmeros projetos missionários tanto no Brasil quanto em outros países, pois estou convencido, que meu papel é orar, ir e contribuir. Em determinados momentos concentro minhas forças em orar por missionários e frentes missionárias. Em outros períodos viajo para apoiar algum projeto missionário em andamento. Mas neste momento, meu foco é contribuir financeiramente para cooperar com o sustento das frentes missionárias mantidas pela Junta de Missões Estaduais do RS, a Junta de Missões Nacionais e Junta de Missões Mundiais.

Convido você a apoiar a obra missionária. Amar globalmente é estar interessado em alcançar tanto quem vive ao lado de sua casa, como quem vive nos confins da terra.

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Diário de Viagem Cuba 2014

Escrevi, enquanto estive em Cuba, um Diário de Viagem, relatando minhas impressões, experiências e observações sobre a Igreja cubana, o país e o seu povo. O Diário está a disposição dos interessados. Quem desejar receber o arquivo por e-mail, deixe no comentário seu correio eletrônico que enviarei o arquivo gratuitamente e com o maior prazer.

Abaixo também estou disponibilizando um vídeo com algumas imagnes e informações sobre  nosso projeto missionário em Cuba. Confira  no link abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=aX-7u7NIajQ

Missões em Cuba

Recentemente retornei da 6ª viagem missionária que fiz para Cuba. Estive pela primeira vez em 2008, não fui em 2009, mas desde 2010 tenho ido anualmente aquele país. Neste período firmamos parcerias com igrejas locais e temos apoiado financeiramente 25 pastores e missionários cubanos.

Temos ajudado projetos de plantação da igreja em Havana e também pelo interior do país. Além de salário temos investido em compras de bíblias, instrumentos musicais, equipamentos diversos para uso na igreja ou na casa dos obreiros.

Neste ano nossa equipe foi composta por sete brasileiros. Quatro deles do RS e três do RJ. Visitamos algumas frentes missionárias, realizamos uma conferência para missionários, participamos de cultos, convivemos com diferentes famílias de obreiros e participamos de algumas aventuras pelas estradas cubanas.

Deus nos proporcionou ministrarmos a dezenas de missionários e esposas nesta viagem, mas também usou o exemplo de muitos obreiros cubanos para nos ensinar sobre sacrifício pelo Evangelho e comprometimento com a obra de Deus.

Em 2008 em um momento de oração, Deus me concedeu a seguinte visão sobre a igreja cubana: águas represadas. Porém, aquela represa começava a ceder e o rompimento era questão de tempo. Desde então, tenho dito que a igreja cubana irá romper as barreiras que por anos a impediram de avançar na evangelização do país. Mesmo com tantos obstáculos o Evangelho tem se espalhado por todo o país. Novas igrejas tem sido plantadas, outras tantas tem se consolidado e crescido, enfim, a represa está cedendo!!!

Minha gratidão aos companheiros de viagem deste ano: Alexandre, Felipe, Leonardo, Leandro, Marli e Claudia. Formamos uma grande equipe. Também agradeço o apoio de tantos irmãos e amigos que seguraram as cordas, através de orações, ofertas e doações. Já começamos os preparativos para a próxima viagem em abril de 2015. Se você desejar ir conosco ou nos ajudar entre em contato.

Em breve estarei disponibilizando meu Diário de Viagem, quem desejar receber entre em contato que enviarei por correio eletrônico.

Seguirei orando pelo povo cubano, pelo avanço do Evangelho naquele país e aguardando  as barreiras romperem para que as águas do Senhor encham aquele país da glória de Deus.

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15 Anos de Ministério Pastoral

No dia 27 de março de 1999 assumi o pastorado da Igreja Batista do Passo D´Areia.  Neste domingo (30/03/2014) nossa igreja realizou um Culto de Ação de Graças alusivo aos 15 anos do Ministério Pastoral que tenho exercido na I.B. Passo D´Areia.

Comecei meu pastorado com 24 anos, dois anos de casamento e esposa grávida. A Igreja possuía cerca de 60 membros e nenhuma congregação ou frente missionária. Nossas dependências eram precárias, os recursos financeiros pequenos, mas essa conjuntura não me desanimou, pois o Senhor tinha gerado sonhos e visão espiritual para o futuro da igreja.

Ao longo destes 15 anos fizemos muitas coisas. Hoje somos cerca de 400 membros, já ajudamos na plantação de 2 novas igrejas Batistas no RS e na revitalização de outras 2. Atualmente estamos cooperando na plantação de 6 igrejas no RS  e dezenas de frentes missionárias em Cuba. Também já treinamos e enviamos vários pastores para servirem no RS, em outros estados do Brasil e também em outros países. Temos sido uma igreja com uma forte presença missionária, tanto no apoio a obreiros que atuam no campo, quanto no envio de novos missionários. Temos bons resultados na área de ação social com a fundação do Instituto Passos, uma ONG que atua na área de educação e proteção de crianças. Desenvolvemos e potencializamos vários ministérios, melhoramos em muito as instalações da igreja, tanto templo como outros espaços. Temos apoiado diferentes ações de nossa denominação e igrejas parceiras.

Por pastorear a mesma igreja por 15 anos, tenho tido a alegria de ver os resultados do ministério. Acompanhando famílias cujos filhos eram pequenos quando cheguei, mas hoje estão casados, com carreiras encaminhadas e crescendo na fé e no compromisso com Deus. Outa alegria tem sido ver meus filhos na fé crescendo no Ministério, tornando-se pastores, missionários, líderes na igreja e cooperando em diferentes áreas do Reino de Deus.

Ocorreram momentos difíceis, crises, dias maus, frustrações e outros dramas, mas quando coloco tudo na balança, o saldo é prá lá de positivo. As dores do ministério me fizeram crescer, exercer a humildade, o perdão, a auto crítica e a perseverança. O valor do nosso ministério é proporcional aos sacrifícios que fizemos ao longo do tempo.

Olhando para esses 15 anos, a palavra que melhor expressa meus sentimentos é “EBENÉZER: até aqui nos ajudou o Senhor” ISm 7.12. Essa expressão tem duas perspectivas:

1ª Perspectiva: “Até aqui nos ajudou o Senhor” significa que já temos o que celebrar. O Senhor nos tirou de onde estávamos e nos trouxe até aqui. Ele nos moveu, nos proporcionou avanços, livramentos, experiências e vitórias. Chegar “até aqui” revela uma trajetória, uma história e merece uma celebração cheia de gratidão pela bondade e fidelidade de Deus.

2ª Perspectiva: “Até aqui nos ajudou o Senhor” significa que ainda temos um caminho a percorrer. Não chegamos até o final, chegamos até um pedaço do caminho. Nosso alvo é chegar lá. Portanto, não podemos parar e ficar na zona de conforto, nosso alvo é continuar avançando, buscando concluir a missão que recebemos do Eterno.

Sou grato a Deus por ter chegado “até aqui”. Mas não estou conformado com isso. Quero prosseguir e chegar “até lá”. Que o Senhor continue me ajudando nas pequenas e grandes tarefas, pois, estou certo, que sem Jesus nada possa fazer.

Fique a vontade para comentar esse texto abaixo e divulga-lo em suas redes sociais.

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Minha Bibliotecária Preferida

Sou casado com uma Bibliotecária, porém, uma bibliotecária apaixonada por sua profissão. Ela trabalha nesta área, de forma ininterrupta, a 19 anos. Já passou por três bibliotecas, em diferentes instituições, sempre trabalhando com entusiasmo e dedicação.

Mesmo no frio do inverno ou no calor do verão, ela acorda cedo e cheia de entusiasmo para trabalhar. Gosta de atender o público, de catalogar livros e trabalho científicos, não se cansa da rotina da biblioteca e das demandas de sua profissão.

Hoje é o dia do Bibliotecário (12/3). Minha homenagem aos bibliotecários por serem, entre outras coisas, fiéis depositários do conhecimento produzido pela humanidade. Graças a dedicação de vocês o conhecimento descrito em livros e trabalhos científicos, está catalogado, disponível e preservado.

Quanto a minha bibliotecária preferida, testemunho que todo conhecimento profissional adquirido por ela, tem ajudado nossa família. Ana Paula organiza nossa casa com maestria, tem facilidade em encontrar o que nós não sabemos onde está, tem conhecimento eclético e capacidade para conversar sobre os mais diferentes temas e ajudou nossos filhos a desenvolverem uma capacidade de leitura acima da média.

Cada vez tenho mais convicção que feliz são aqueles quem amam sua profissão, que possuem alegria com suas atividades e rotinas profissionais. Essas pessoas irão fazer do seu  trabalho algo prazerosos e relevante. Minha esposa está neste grupo. Minha oração é que você também esteja.

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Lições Que Trouxe da Coreia do Sul

Estive recentemente em Seoul, na Coreia do Sul. Fui com um grupo de pastores brasileiros conhecer a Igreja Batista Central de Yonsei. Também participei da Conferência anual desta igreja para pastores e líderes de várias nações sobre Avivamento.

Essa igreja possui 10 mil células, cultos diários e cerca de 200 mil membros. Mas por trás desses números impressionantes, há algo simples, que move a alimenta o crescimento dessa igreja: um profundo movimento de oração e devoção.

Segundo o Pr. Yoon, Pastor Presidente dessa igreja, o que fez a igreja crescer foi sua ênfase nas disciplinas espirituais. Ele ministrou nesta conferência que a melhor estratégia para uma igreja crescer e gerar no coração do povo um amor e temor a Deus. Um rebanho que busca a Deus com devoção e compromisso, irá se multiplicar exponencialmente. Um povo que se dispõe a orar por horas diariamente, irá se dispor também a evangelizar, participar das programações da igreja, contribuir financeiramente, viver de em santidade e se dedicar de muitas formas na obra do Senhor.

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Durante os 10 dias que estive em Seoul constatei que a melhor estratégia para o crescimento da igreja é ensinar o povo a orar e a levar sua vida cristã com seriedade. Um grande compromisso com Deus irá produzir um grande compromisso com a igreja local. Muitas vezes erramos como pastores, pois invertemos a ordem e em consequência disso, nossas ovelhas possuem um baixo compromisso tanto com a igreja local quanto com Deus.

Trouxe de Seoul um compromisso pessoal de dedicar mais tempo as disciplinas espirituais. Um pastor precisa priorizar sua devoção pessoal ao Senhor, entender que orar e estudar as Escrituras são suas prioridades no ministério. Também trouxe a esperança de que viverei na minha igreja local uma experiência semelhante, de servir ao lado de homens e mulheres comprometidos em amar e servir ao Senhor com toda sua alma, sua força e entendimento. Uma igreja que ora com intensidade irá mover a mão de Deus e impactar a terra.

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Amigos que tornam a vida melhor

Há uma diferença entre Conhecidos e Amigos. Por isso, não existe o Dia do Conhecido, mas sim o Dia do Amigo. Hoje quero escrever sobre um importante tema: amizade.

Conhecidos são aqueles que sabemos o nome, trocamos alguns cumprimentos, falamos de amenidades, jogamos bola, trocamos e-mails e temos uma relação superficial. Infelizmente temos mais conhecidos do que amigos. Já amigos são aqueles que nos relacionamos numa dimensão mais profunda, onde abrimos o coração, compartilhamos nossos dramas, dividimos nossas conquistas e criamos vínculos emocionais. A bíblia diz que um amigo pode se tornar um irmão.

Amigos são parte da nossa riqueza na terra. Só sabemos o valor de uma amizade quando perdemos um amigo querido, a dor da perda, ajuda a mensurar o quanto ele era valioso para nós. Já perdi amigos que faleceram e outros que tomaram decisões que inviabilizaram nossa amizade, em ambos casos empobreci emocionalmente, por isso, afirmo, perder amigos empobrece nossa existência. Por outro lado, fazer amigos aumenta nossa riqueza na terra. Por isso, bem aventurado aquele que tem muitos amigos.

Amizades sobrevivem a distância, ao tempo e as crises. Tenho amigos que moram a milhares de kilômetros e quando nos encontramos parece que somos vizinhos, tamanha é nossa afinidade e confiança. Também tenho amizades que duram décadas, pessoas com as quais já vivi diferentes estágios e momentos da minha vida, são relacionamentos sólidos, que atestam nossa capacidade de preservar amizades ao longo do tempo. Além desses, também tenho amigos com os quais já enfrentei momentos de crise, onde nossa amizade foi testada em momentoas  de desentendimentos e conflitos. Mas com a graça de Deus, fomos capazes de nos perdoar e superar nossas crises. Em momentos de tensão algumas amizades terminam, enquanto outras se fortalecem. Essas são as amizades que superaram as crises.

Meu alvo é construir amizades para a vida toda. Amizades que resistam a distância, ao tempo e as crises. Pela graça de Deus já tenho muitos amigos deste quilate e espero fazer outros tantos. A eles minha gratidão e carinho, pois eles tornaram minha vida melhor e são parte da minha riqueza na terra.

Falar pessoalmente

 

Viagem Missionária para Cuba

Missionários da Viagem a Cuba 2013

Em dezembro de 2008 fiz minha primeira viagem missionária para Cuba. Fui encorajado a visitar esse país pelo Pr. Antônio Marques, que na época desenvolvia um bonito projeto missionário naquele local. Viajei acompanhado pelo meu amigo Orlando Kommers. Chegando a Havana fui recepcionado por um pastor cubano chamado Gabriel, que se tornou um grande amigo. Através dele conhecemos várias cidades, igrejas e pastores. Retornei a Cuba em fevereiro de 2010, dessa vez para articular com algumas igrejas cubanas um projeto de cooperação missionária. Dessa iniciativa nasceu em abril de 2011 o Projeto Antioquia que visa a plantação de novas igrejas batistas em Cuba e apoio a pastores e missionários daquela nação. Em abril de 2012 voltamos a Cuba visando ampliar nossos investimentos. E em abril de 2013 estive pela quinta vez visitando esse país, ao qual Deus me ensinou a amar e me chamou para cooperar com a obra missionária.

Ministrando em Cuba 2013

Sempre que fui a Cuba, escrevi um Diário de Viagem, relatando nossas experiências e observações. A edição de 2013 está disponível neste blog, para download, basta clicar no link ao final do post que você poderá saber mais sobre nossas vivências na viagem missionária deste ano.

Batismo em Cuba 2013

Convido você a ler esse Diário de Viagem. Após sua leitura ore pelo trabalho missionário em Cuba. Quem sabe Deus não irá usá-lo de alguma maneira para somar esforços na plantação de novas igrejas naquele país. Após deixe seus comentários sobre o Diário e sobre o Projeto Antioquia. Talvez, em abril de 2014, possamos ir juntos para Cuba.

Diario Viagem Cuba 2013